A debandada nos planos de saúde

Recente relatório da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Entre março e junho deste ano, cerca de 400 mil beneficiários deixaram os planos de saúde médico-hospitalares no Brasil. Em 2015, ano de maior recessão até 2020, a saída foi de 760 mil.


A debandada deverá se acentuar nos próximos meses. É o que permite prever a confluência de fatores negativos, como a escalada do desemprego e a perda de renda de pequenos e médios empresários e de profissionais liberais.


Como o aperto tem aumentado, está mais do que na hora de saber o que os demais 46,7 milhões que ainda estão inscritos em algum desses planos podem fazer para evitar o pior, renegociar parcelas não quitadas e rever contratos.


Os índices de inadimplência divulgados pela ANS pouco se alteraram durante a pandemia. Nos planos individuais ou familiares, o atraso nos pagamentos das mensalidades em junho alcançava 12% dos beneficiários, apenas 2 pontos porcentuais acima dos números de março. No mesmo período, a inadimplência verificada nos planos coletivos permaneceu em 5%.


Proposta defendida por Cechin e pela Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) para enfrentar as novas dificuldades orçamentárias dos consumidores prevê a ampliação das modalidades de planos de saúde. Trabalhariam com coberturas menos abrangentes e mensalidades mais baixas.


Autor: Celso Ming

Referência: Estado de São Paulo

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